Localização

p2

Rua da Quitanda, 19 - Salas 509 e 510

Centro - RJ, CEP: 20.011-030

Tel 1: (21) 3473-7444

Tel 2: (21) 3522-0075

Cel:
 (21) 9433-3622

Fax:
 (21) 2530-2530

Skype: netpremiumseguros

E-mail: info@netpremiumseguros.com.br


Respeitamos Você

Notícias

Notícias de Quinta, 16 de Fevereiro de 2012
Quer pedir um aumento de salário? Veja o que deve ser avaliado
Atire a primeira pedra quem nunca pensou em ganhar mais. A vontade de ter um aumento salarial é motivada por vários fatores, mas será que todos justificam um pedido de aumento?
Para a professora do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócia-diretora da FM Consultores, Fátima Motta, a resposta é não.
Segunda ela, apenas um motivo explica um aumento salarial: se o profissional estiver desempenhando mais competências do que foi combinado na contratação.
“Não adianta dizer que faz o trabalho direito, que cumpre o que é pedido, que entrega as atividades na data certa e que não chega atrasado. Isso é obrigação do profissional. A empresa já esperava isso dele, ele não está fazendo nada demais”.
Conversa de gente grande
A especialista explica que, se o profissional estiver agregando valor para a empresa, o gestor será o primeiro a reconhecer isso e oferecerá novos desafios, um novo cargo e, consequentemente, um aumento salarial.
Se isso não acontecer, ela aconselha que o profissional chame seu líder para uma conversa. Essa conversa não deve ser baseada no pedido de aumento, mas, sim, em um pedido de feedback. A ideia é que o profissional pergunte ao chefe o que ele acha do seu desempenho.“É uma conversa adulta e madura, nada parecido com: eu acho que eu mereço um aumento”.
A opinião é compartilhada pela gerente da Cia de Talentos Carreiras, Bruna Dias. Ela afirma que o profissional deve questionar o que a empresa espera dele. Com a resposta, o gestor apontará qual caminho o colaborador deve seguir para conseguir o que almeja.
“Cada cargo oferece um ciclo de aprendizado. A pessoa deve pensar em seu cargo. Será que ele aprendeu o máximo que pode?”, questiona Bruna.
Por fim, a gerente aponta que o profissional não deve citar que alguns colegas ganham mais. Bruna explica que, antes de usar este tipo de argumento, a pessoa deve avaliar quais são as responsabilidades dos colegas. Vale destacar que, provavelmente, o outro ganha mais porque tem mais responsabilidades.
 
Por Aline Aquino às 13h15

Notícias de Quarta, 15 de Fevereiro de 2012
NetPremium Seguros torna Seguro Garantia mais ágil
A NetPremium Seguros, a partir desse mês, torna seu Seguro Garantia mais ágil. O corretor passará a cadastrar as propostas de seguro via site, recebendo em poucos segundos a apólice digital.
Estando regular o cadastro do Tomador, ou seja, válido, com limite disponível e contrato de contra garantia firmado, vamos ter uma agilidade no processo que só a Berkley oferece”, explica Luciana Natividade, diretora de Marketing e da Regional São Paulo.
Essa facilidade está disponível nas modalidades Licitação, Executante Construtor, Executante Prestador de Serviços e Executante Fornecedor com Importância Segurada até R$ 100 mil.
Outra vantagem é a centralização da entrada das propostas, sendo possível controlar o andamento de cada processo, tornando-se transparente o status de cada emissão. Também será possível consultar o cadastro do tomador, as apólices expiradas e vigentes, e também as propostas inseridas e pendentes.
O processo é muito simples. Basta o corretor cadastrar no portal Berkley sua proposta e selecionar a filial de seu atendimento. Nesta primeira fase, não será possível fazer parcelamento dos prêmios. Nestes casos, o corretor deverá encaminhar a proposta para que o subscritor faça a emissão com o parcelamento adequado ao caso. Nesse cenário, se tudo estiver regularizado, o prazo de retorno da análise será de 24 horas.
As propostas com IS acima de R$100 mil devem ser cadastradas no portal e enviadas pelo site à filial responsável pelo atendimento, para realização de emissões no modo tradicional, ou seja, com envio de edital, contratos e aditivos, quando for o caso, também com prazo de retorno de 24 horas de cada análise contando a partir da data do envio.
 
Por Hilton Aquino às 13h12

Notícias de Terça, 14 de Fevereiro de 2012
Prejuízos causados por chuvas podem ser pagos por seguradoras
Contratos oferecem ressarcimento desde 2004.
Proprietários de carros, porém, deve tomar algumas precauções.
Verão é tempo de calor, mas também de chuvas fortes. Chuvas que podem causar inundações e, consequentemente, sérios prejuízos aos proprietários de carros.
O que muita gente não sabe é que o ressarcimento a danos causados por chuvas e outras causas naturais podem ser ressarcidos pelas seguradoras.
Essa cláusula faz parte dos contratos padrão de seguro de veículos desde 2004, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Para recorrer a esse recurso, no entanto, os donos de carro devem tomar alguns cuidados, entre eles verificar com atenção o contrato e descobrir se o conserto não sai mais barato do que a franquia do seguro.
 
Por Hilton Aquino às 11h35

Notícias de Segunda, 28 de Novembro de 2011
Lei Geral de Seguros deve ser votada em 2012
Data: 28.11.2011 - Fonte: Viver Seguro
A recriação de uma Comissão Especial na Câmara dos Deputados será o primeiro passo para, no próximo ano, garantir a aprovação da Lei Geral de Seguros. A comissão, com 26 parlamentares, está na fase de indicação de nomes pelos partidos e chamará para si a tarefa de avaliar, debater e fazer aperfeiçoamento no projeto 8034/10, apensado ao PL 3355/2004, de autoria do ex-deputado e atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. A legislação mexe profundamente no funcionamento do mercado segurador, lembra o presidente da Fenacor, Armando Vergílio dos Santos Jr, mediador do primeiro painel desta quinta-feira do XVII Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros.
A primeira exposição do painel foi apresentada pelo jurista Marco Aurélio de Carvalho, ex-assessor de José Eduardo Cardozo, encarregado de sintetizar a proposta do PL 3.555/2004. Ele fez questão de esclarecer uma das principais polêmicas do PL de Cardozo: a distinção entre corretor de seguros e agenciador. "Não há confusão entre o papel do corretor e do agenciador, como se imagina", assinalou ele, destacando que há artigos específicos para distinguir os dois profissionais.
O jurista também frisou que o PL não aumenta os deveres e responsabilidade dos corretores. "Apenas sistematiza as responsabilidades dispersas na legislação atual", disse ele, acrescentando que o corretor é o único intermediário legítimo dos contratos de seguros pelo PL 3555. Esta condição assegura ao corretor o direito da comissão de intermediação e sua proibição para o agente ou angariador, que são prepostos das seguradoras. "Não há nenhuma restrição ao trabalho do agente, mas ele não pode receber comissão e seus atos são de responsabilidade das seguradoras", informou ele.
Entre as atribuições, o corretor deve identificar o risco do segurado, recomendar as garantias, selecionar a apólice mais adequada ao consumidor, acompanhar a liquidação do sinistro, a renovação do contrato. A enumeração de tarefas é fundamental para impedir que o corretor seja responsabilizado por erros de terceiros, segundo o jurista.
O deputado Moreira Mendes afirma que uma legislação específica do mercado é fundamental no esforço de modernidade perseguida pelo Brasil. Lembrando que todos os países desenvolvidos e emergentes já mudaram ou reformularam legislações antigas de seguros, ele entende que também o Brasil tem de modernizar a atualizar sua legislação de seguros. "No Brasil, aliás, sequer temos uma lei de seguros. Nem velha nem nova. Mas só alguns dispositivos no Código Civil, mas que já estão ultrapassados", garantiu.
O presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, que participou dos debates, sustentou que o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor (CDC) já provocaram uma mudança positiva no comportamento do mercado, levando o setor a estar entre um dos menos acionados na Justiça. O presidente da CNseg, porém, cobra a criação de um marco regulatório do mercado, o que significa revisão do decreto lei 73/63. Nesse sentido, ele anunciou que a CNseg criou uma comissão para estudar o tema e convocou todos os pares do mercado a discutir o anteprojeto alinhavado pelas seguradoras, para que se crie uma legislação efetivamente moderna para o mercado. Entre outras propostas, a CNseg defende a transformação da Susep numa espécie de agência reguladora, fazendo-a cuidar não só da fiscalização, mas também de medidas de fomento do mercado.
Por Hilton Aquino às 12h49

redes Sociais ajudam corretor a alavancar negócios
Data: 28.11.2011 - Fonte: CQCS
As redes sociais podem ajudar o corretor de seguros a alavancar seus negócios, ter acesso mais rápido aos consumidores e identificar mais facilmente as necessidades dos clientes. Em síntese, foi essa a mensagem passada para a plateia pelos participantes do painel sobre o tema “Redes Sociais”, nesta quinta-feira (24), segundo dia do XVII Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. “Antes, o corretor levava a informação para o cliente. Agora, ele deve validar as informações passadas a ele pelo segurado. Todo mundo está muito bem informado”, afirmou o palestrante Luli Radffahrer, professor e especialista em comunicação digital.
Segundo Luli Radffahrer, o foco deve ser direcionado para as redes sociais porque nesses sítios estão concentrados os acessos na Internet. “Nos Estados Unidos, os 12 sites mais acessados concentram 93% dos acessos”, revelou.
Já o Gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro, Rafael Caetano, disse que o corretor deve utilizar as redes sociais para aprofundar o relacionamento com o cliente. “A venda será uma consequência natural disso”, comentou, acrescentando que o Facebook é a melhor opção do momento para que o corretor trilhe esse caminho.
Por sua vez, o diretor da Sossego – Seguro Inteligente, José Luiz Valente, frisou que o corretor de seguros não pode abrir mão de um canal que reúne cinco milhões de pessoas (número de pessoas que costumam realizar compras pela Internet).
Ele acrescentou que existem várias ferramentas que podem ser úteis ao corretor, além das redes sociais. “É possível aproveitar, por exemplo, a intranet das empresas, que permite rápida penetração e oportunidade de diversificação de produtos”, sugeriu.
Opinião semelhante manifestou o corretor Rodrigo Caixeta, que citou como prova de que a internet é um caminho natural para a venda de seguros o fato de o Google indicar até 16 milhões de opções de acesso para o internauta que clica a palavra “seguro” em suas pesquisas. “É importante utilizar o que se chama inteligência de massas para captar opiniões e usá-las para estatísticas e tomada de decisões”, assinalou.
Esse painel foi um dos mais acessadas pelo público na transmissão ao vivo pela Internet. “Cerca de cinco mil pessoas estão nos acompanhando neste momento”, afirmou o diretor da Fenacor, Joaquim Mendanha, moderador do painel.
 
Por Hilton Aquino às 12h45

Notícias de Quinta, 24 de Novembro de 2011
Desejo de engravidar deve ser compartilhado com a empresa
Mulher não pode ser demitida por contar que tem vontade de ter um filho. Neste caso, a demissão é considerado discriminação
Ser reconhecida profissionalmente e ter uma família faz parte dos sonhos de muitas mulheres. Entretanto, algumas têm receio de engravidar por medo de não serem bem vistas na empresa em que trabalham. Neste momento, é comum que surjam dúvidas sobre contar ou não que a gravidez faz parte dos planos.
Para a diretora da Regional Sul da consultoria De Bernt Entschev, Ruth Bandeira, o ideal é que a profissional aja com honestidade e diga ao chefe que pretende ter um filho. “A melhor maneira de lidar com esta situação é por meio da transparência”.
A especialista explica que geralmente as empresas de pequeno e médio porte são aquelas que mais enxergam a gravidez das funcionárias como algo ruim. Isso ocorre porque elas não conseguem ter alguém para substituir ou consideram caro contratar um temporário para desenvolver as atividades de quem está de licença-maternidade. Já nas grandes empresas, a situação é diferente. É o caso do Laboratório Sabin.
Uma empresa e muitas grávidas
O laboratório tem um programa específico para as grávidas. Elas são orientadas, por meio de cursos, como cuidar da saúde durante a gestação. Além disso, as profissionais recebem um auxílio-babá e uma bonificação extra assim que a criança nasce, conhecida como auxílio-enxoval.
A superintendente de Recursos Humanos do laboratório, Marly Vidal, explica que o programa foi desenvolvido para atender a uma grande demanda de profissionais gestantes. Somente este ano, foram 63 grávidas na empresa. E quem acredita que a equipe fica desfalcada ou alguém é demitido por causa disso está enganado.
“Quando a pessoa sai de licença-maternidade, contratamos alguém para ficar no lugar. Como a empresa está em crescimento acelerado, este profissional acaba integrando a equipe permanentemente”.
“A cegonha passou por aqui”
A cada gravidez a empresa avisa a todos que mais uma profissional terá um bebê. Por meio da intranet, é anunciado “a cegonha passou por aqui”, seguido do nome da colaboradora que está grávida. Foi assim com Francimeire Alves de Faria, que trabalha no setor de atendimento ao cliente.
Francimeire afirma que todo o apoio dado pela empresa foi fundamental para que ela se sentisse mais segura ao contar sobre sua gravidez. Como tinha apenas um ano de empresa, ela temia ser mandada embora. Entretanto, a gravidez foi comemorada pelos colegas e pelos gestores. “Uma das minhas chefes me deu um abraço e disse que a gravidez era uma benção que estava recebendo”.
No laboratório, é de praxe que os próprios colegas organizem um chá de fraldas. “Ganhei tanta fralda que o estoque durou durante um ano”, lembra a atendente.
A empresa também recebeu bem a notícia da gravidez da bioquímica Gerusia de Azevedo Oliveira Barreto. Após três semanas na empresa, ela descobriu que estava grávida. Apesar da gestação ter sido uma surpresa, ela já tinha comentado durante o processo de contratação que estava realizando um tratamento para engravidar.
“Comentei porque teria que me ausentar para realizar uma cirurgia. Neste momento, percebi que a empresa dava abertura. Fui muito bem acolhida”, diz.
O que diz a legislação?
Em relação à legislação, a sócia do escritório Benhame Sociedade de Advogados, Maria Lúcia Benhame, explica que as profissionais que são demitidas por contar que desejam engravidar podem recorrer à Justiça. “Ela pode recorrer por ato discriminatório, mas para isso ela terá de ter provas”.
As mulheres que engravidarem durante o período de experiência podem ser dispensadas ao término do contrato. Neste caso, a saída não é considerada uma demissão, mas a não renovação do contrato. Vale lembrar que o contrato de experiência tem duração de 45 dias, podendo ser renovado por mais 45 dias.
Já as gestantes que não estão em período de experiência têm estabilidade durante toda a gravidez, a licença e um mês após o retorno ao trabalho. A licença têm duração de 120 dias, podendo ser prorrogada por mais 60 dias, caso o empregador participe do Programa Empresa Cidadã.
Por fim, a advogada explica que trabalhar em esquema home-office durante o período de licença-maternidade é ilegal, o que pode gerar uma ação trabalhista para empresa, caso a profissional acione a Justiça. “Neste período, a mulher tem de se dedicar ao bebê”.
Por Hilton Aquino às 16h05

Notícias de Sexta, 18 de Novembro de 2011
Principais shows do país foram segurados pela Berkley
A Berkley International Brasil - seguradora de nicho multilinha com foco em Riscos de Engenharia, Responsabilidade Civil, RD Equipamentos, Transportes, Seguro Eventos, Garantia e Fiança Locatícia – foi a responsável por segurar alguns dos principais shows realizados no país durante o mês de outubro.
O mais recente foi a turnê de sete dias da cantora Sade, a artista solo feminina mais bem sucedida na história musical britânica, com mais de 110 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. Com 27 anos de carreira, esta foi a primeira vez que a nigeriana veio ao Brasil.
A turnê promoveu o disco "Soldier of Love", lançado em 2010. As duas primeiras exibições aconteceram no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, nos dias 19 (show privado) e 20 de outubro. Três dias depois foi a vez da Arena HSBC, no Rio de Janeiro, receber a cantora. E para encerrar, uma passagem por Brasília, no Ginásio Nilson Nelson, no último dia 25. Ao todo, a artista se apresentou para mais de 26 mil pessoas em sua turnê pelo Brasil.
Foram contratadas garantias básicas do seguro para Eventos - Cancelamento do Evento; Não comparecimento (para qualquer um dos quatro integrantes da banda); além de Responsabilidade Civil de Eventos; Imóveis (incêndio, danos elétricos, danos por água e quebra de vidros); Instalação e Montagem; Produtos; Fornecimento de Bebidas e Alimentação; Cruzada; e Danos Morais.
Como garantias adicionais havia Responsabilidade Civil - Bens de Terceiros e Empregador; Bens de Escritório Avançados; Equipamentos Diversos para Realização do Evento; Marquises Temporárias e objetos Cenográficos e Decoração.
No começo do mês de outubro, o destaque foi a cobertura do show de Eric Clapton. O cantor e compositor britânico, considerado um dos melhores guitarristas do mundo, se apresentou no dia 09 de outubro no HSBC Arena, no Rio de Janeiro (RJ), para um público estimado em 24 mil pessoas.
Foram firmadas coberturas básicas para Responsabilidade Civil de Eventos; Imóveis (incêndio, danos elétricos, danos por água e quebra de vidros); Instalação e Montagem; Produtos; Fornecimento de Bebidas e Alimentação; Cruzada e Danos Morais. Como Garantias Adicionais havia Responsabilidade Civil do Empregador; Acidentes Pessoais para o todo o público presente e para o staff (2,2 mil diárias durante a montagem e desmontagem e durante o evento).
Com repercussão nacional, outra apresentação de destaque foi o show de Lulu Santos, que foi realizado Ginásio de Esportes do Tênis Clube de Campinas, nos dias 21 e 22 de outubro.
Para encerrar, a seguradora garantiu a realização do Piaui Fest Music, evento muito popular na região. Em Teresina, nomes de destaque como Chiclete com Banana, Zeca Pagodinho, Aviões do Forro e Maria Cecilia e Rodolfo, além de outras atrações como Psirico e Garota Safada, se apresentaram para um público de 20 mil pessoas, nos 07 e 08 de outubro. As coberturas básicas contratadas foram as mesmas dos shows anteriores.
Sobre a Berkley International Brasil
A Berkley International Brasil é uma seguradora de nicho multilinha, com foco em Riscos de Engenharia, RD Equipamentos, Responsabilidade Civil, Transportes, Seguro Eventos, Garantia e Fiança Locatícia. Possui escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e gerências comerciais em Fortaleza (CE) e Goiânia (GO). Além dessas filiais, conta também com representantes em Brasília (DF), João Pessoa (PB) e Recife (PE).
A companhia faz parte do Grupo W.R.Berkley, um dos maiores e mais respeitados grupos seguradores dos EUA. O conglomerado possui unidades também no Reino Unido, Argentina, Uruguai, Espanha, Hong Kong e Alemanha. Sua principal característica é o atendimento personalizado, que visa identificar e atender com agilidade e eficiência às necessidades específicas dos corretores.
Por Hilton Aquino às 12h35

Notícias de Quarta, 16 de Novembro de 2011
Complexidade do seguro de propriedade intelectual é apontada por executivo como desafio
Data: 14.11.2011 - Fonte: Revista Cobertura
Pensar em uma proteção para propriedade intelectual está diretamente relacionado à questão de patentes. Um tanto quanto complexo, prova disso que, segundo Anthony Harvey, CCO Willis Brasil, este mercado não se desenvolveu tanto, o seguro cobre roubo de propriedade intelectual da empresa e/ou pirataria. “Não é um mercado que está totalmente desenvolvido, pois já houveram sinistros no passado que reduziram a capacidade de interesse das seguradoras”, destaca.
O que há de mais interessante, ainda de acordo com Harvey, foi o desenvolvimento de algumas ferramentas para que as empresas possam compreender quais são os riscos existentes em relação às patentes. “São ferramentas que desenvolvemos no exterior para avaliar os riscos. O sistema ajuda as empresas a pesquisarem bancos de dados de patentes e marcas registradas”, informa.
Outro ponto destacado pelo executivo da Willis Brasil é a legislação, que difere em cada país. “Com a globalização, as empresas produzem em um determinado país e comercializam seus produtos em outros. É importante entender como funciona a legislação em cada país. Às vezes uma empresa tem uma patente, mas, em determinada região, há uma proteção para uma empresa local, o que pode gerar conflitos”. Como exemplo, ele cita no Brasil o mercado de genéricos (quebra de patentes), o qual os produtos exportados podem não estar de acordo com as regras locais.
A complexidade é tamanha que Harvey avalia a dificuldade em haver uma solução para análise de seguros. “Não há uma especificação clara, exige um estudo bastante detalhado e o mercado também precisa entender melhor os riscos para dar as melhores soluções.”
Tanto que no Brasil, até o momento, não há nenhuma experiência de seguro em relação a esse risco. “Já no exterior, sabemos que o mercado vem se desenvolvendo e estudando soluções. As coberturas são muito individualizadas, já que cada atividade tem um risco diferente, além das diferenças nas legislações de cada país. Tudo isso dificulta uma solução simplificada em seguros”. Como exemplo, ele cita o risco de pirataria. “É muito difícil provar quais são as reais perdas. Por isso, é preciso haver cláusulas bem específicas para coberturas”, conclui.
 
Por Hilton Aquino às 12h30

Notícias de Sexta, 11 de Novembro de 2011
Os carros mais roubados do Brasil
Gol e Uno são os primeiros da lista que tem também Fusca e MonzaPor
Gol, da Volkswagen: o modelo mais roubado durante este ano
O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é bem maior que o do segundo veículo mais visado, o Fiat Uno, que teve 16.978 unidades furtadas ou roubadas nos primeiros 10 meses do ano. Os dados são da CNSEG (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e foram obtidos por Época NEGÓCIOS.
A preferência pelo Gol se explica pela enorme quantidade de carros desse modelo em circulação nas ruas brasileiras. "O carro é o que está há mais tempo à venda e criou-se um mercado de peças roubadas atraente para os ladrões", diz Neival Rodrigues Freitas, diretor executivo da Fenseg (Federação de Seguros Gerais).
Também aparecem na lista dos dez carros mais roubados, o Fusca, da Volkswagen, e o Monza, da Chevrolet. Mais uma vez a causa é o enorme apetite dos bandidos pelas peças desses veículos. São carros que têm uma frota representativa, mas não dispõem de um bom mercado de peças, o que abre brechas para o mercado negro.
Com base em dados do Denatran, a lista leva em conta não apenas os carros com seguro, mas toda a frota em circulação que paga o DPVAT, o seguro obrigatório de veículos. Segundo a CNSeg, nos dez primeiros meses deste ano foram registrados 215.040 casos de roubo ou furto. Quase todos são modelos mais populares, que circulam em maior número pelas ruas brasileiras. Veja a galeria abaixo com os dez modelos "preferidos" do bandidos.
 
Por Hilton Aquino às 11h11

Notícias de Segunda, 7 de Novembro de 2011
Transporte multimodal sem seguro
Resseguradores internacionais têm interesse em analisar a possibilidade de oferecer garantia de cobertura para OTMs
Operador de Transporte Multimodal (OTM) é definido como um transportador que utiliza serviços próprios ou de terceiros para o transporte de cargas realizado através de dois ou mais meios de transporte, como o aéreo, aquaviário, dutoviário, ferroviário ou rodoviário. Os serviços de OTM abrangem transporte, coleta, unitização, desunitização, movimentação, armazenagem, entrega da carga ao destinatário e serviços de consolidação e desconsolidação documental. A multimodalidade é caracterizada com a emissão do Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas, por uma única empresa, a qual tem responsabilidade por todos os serviços envolvidos no transporte, da origem ao local de entrega das mercadorias. O OTM responde por eventuais prejuízos por perdas, danos ou avarias às cargas sob sua custódia e pelos prejuízos resultantes de atraso em sua entrega, quando acordado com o contratante. -
A atividade de OTM foi ordenada pela Lei n. 9.611, de 19 de dezembro de 1998, a qual foi regulamentada pelo Decreto n. 3.411 de 12 de abril de 2000. Para o exercício da função, é necessário o registro junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). São dois os tipos de habilitação: uma nacional/internacional para atuação no Brasil e no exterior (exceto Mercosul), e uma apenas para atuação nos países do Mercosul. Para o transporte multimodal internacional é preciso autorização da Receita Federal, para fins de controle aduaneiro. Quando a lei que disciplina a atividade multimodal foi aprovada, nela constava a obrigatoriedade de seguro. A Superintendência de Seguros Privados (Susep), por intermédio da Circular n. 216/2002, estabeleceu as condições do seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal - Cargas (RCOTM-C) nos âmbitos nacional e internacional.
Entretanto, as companhias seguradoras não dispuseram esse seguro, devido à amplitude das coberturas previstas e a dificuldades para a sua aplicação. Com isso, em 2004 o governo eliminou a exigência do seguro, através do Decreto n. 5.276. Dentre os motivos que levam as seguradoras a não atuar com o seguro de RCOTM-C, estão: aplicação de critérios tarifários; precificação por modais; garantia de transportadores e armazéns subcontratados sem conhecimento prévio de medidas e condições de segurança; e, conscientização da cultura do gerenciamento de riscos.
As seguradoras que decidirem operar com o seguro de RCOTM-C devem preservar a cláusula de sub-rogação de direitos nas suas apólices. Assim, terão o direito de agir, regressivamente, contra o modal responsável por prejuízos que resultem indenização ao dono da mercadoria por sinistros sob a responsabilidade prevista no Conhecimento de Transporte. Isso reforça a necessidade de cada empresa envolvida no transporte ter seu próprio seguro, contrariando o que os OTMs esperavam, ou seja, uma apólice única com cobertura automática para todos os transportadores subcontratados, sem lhes imputar responsabilidades. Alguns resseguradores internacionais demonstram interesse em analisar a possibilidade de oferecer garantia de seguro para OTMs. A operação de OTM é excelente para a promoção do desenvolvimento do país. autoria: Aparecido Mendes Rocha, corretor de seguros especializado em seguros internacionais
 
Por Hilton Aquino às 10h30

 1   2   3      »